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Por David Corner, representante regional da Inclusion International para Ásia-Pacífico e consultor nacional de autodefesa na IHC.

A conferência foi realizada de 4 a 6 de fevereiro em Geelong, na Austrália, e o tema da conferência deste ano foi "Direito a Expressão para Sempre" (Having a Say Forever).

A Conferência Haking A Say está em andamento há 20 anos e este ano cerca de 900 pessoas compareceram.

Fomos recebidos na conferência pela professora Jane den Hollander, vice-chanceler da Universidade Deakin.

Fomos recebidos em Geelong por seu prefeito Bruce Harwood. Ele disse que espera por Geelong sediar a conferência por um longo tempo.

Sue Swenson, Presidente da Inclusion International, apresentou a Inclusion International e discutiu os programas Calls to Action (chamada à ação) e Empower Us  (Empodere-nos) e disse que foi ótimo ver tantas pessoas se unindo para dar a sua opinião.

Arthur Rogers, que é o Comissário de Serviços para Deficiências de Victoria, compareceu e falou na Conferência.

Graeme Head, Comissário Nacional de Qualidade e Salvaguardas do Sistema de Seguro de Deficiência, ficou muito feliz em responder às perguntas das pessoas.

Scott McNaughton, que é o Gerente Geral da Divisão de Governo do Sistema Nacional de Seguro de Deficiência, veio falar conosco.

Houve um Prêmio de Empoderamento da Família concedido a um membro da família que defendeu seus irmãos e os apoiou a falar.

O Pentland Banfield Award recebeu o nome de Doug Pentland e David Banfield, que eram membros do Reinforce (o primeiro grupo de autodefesa em Victoria). Este prêmio foi concedido a Arron e Mark James, que trabalharam com a jornalista Rachael Brown em uma investigação policial.

Robert Martin entregou o Robert Martin Award ao Comitê Our Voice, que são pessoas com deficiência intelectual que representam cada um dos estados da Austrália e faz parteem de seus grupos de auto-defesa e estão no conselho da Inclusion Australia.

Também foram apresentados alguns vídeos que a Valid (Liga Vitoriana de Advocacia para Pessoas com Deficiência Intelectual) fez sobre dizer não ao abuso e incentivar as pessoas a falar sobre isso.

As mensagens das pessoas falando nos vídeos eram claras declarações poderosas.

Judy Huett e Heather Forsyth fizeram uma apresentação sobre o Congresso Mundial Internacional da Inclusão, do qual ambas participaram em Birmingham no ano passado.

Participei da sessão Empower Us Calls to Action, na qual cada membro do comitê do Our Voice leu as Chamadas à Ação e depois mostrou o vídeo de Birmingham, onde as pessoas estavam lendo mensagens fortes e claras para as chamadas à ação. As pessoas foram a diferentes áreas da sala, fizeram suas declarações e tiraram fotos com elas. Houve algumas declarações muito claras e fortes que as pessoas tiveram a oportunidade de ler.

Participei de uma sessão dirigida pela geração U, em que o grupo de liderança havia desenvolvido uma sessão de apresentação para informar os alunos do último ano da escola sobre as opções futuras depois de deixar a escola.

Também participei de uma sessão em que um grupo conversou sobre suas próprias histórias de sucesso com o Sistema Nacional de Seguro de Deficiência (National Disability Insurance Scheme) e como a participação nas conferências Have a Say ajudou-os a tornarem-se mais confiantes ao se manifestar em suas vidas para advogar por mudanças.

Fui a uma sessão em que as pessoas estavam compartilhando suas experiências sobre como aprenderam a se expressar e como aprenderam umas com as outras. Nós nos dividimos em grupos e recebemos uma dramatização para interpretar sobre como expressar-nos.

Depois, participei de uma sessão sobre Having a Say through Voting (Direito a Expressão através do Voto), onde as pessoas conversavam sobre um projeto de pesquisa realizado em Victoria com pessoas com deficiência intelectual, onde surgiram ideias sobre como apoiar as pessoas com deficiência intelectual para poderem votar nas eleições estaduais. Achei isso muito interessante, pois trabalhamos com a comissão eleitoral para desenvolver nossos próprios recursos.

Em seguida, participei de uma sessão sobre Having a Say about Human Rights (Direito a Expressão sobre Direitos Humanos), dirigida pelo Conselho de Deficiência Intelectual de Nova Gales do Sul. Eles falaram sobre o que são os direitos humanos e como você pode se manifestar e dar a sua opinião. A Austrália apresentará um relatório às Nações Unidas sobre como eles estão seguindo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Depois nos dividimos em pequenos grupos e conversamos sobre como nos sentimos quando respeitam nossos direitos humanos e como nos sentimos quando nossos direitos humanos não são respeitados.

Judy Heather e eu apresentamos uma sessão de trabalho Empower Us: What is Good Support (Empodere-nos: O Que é o Bom Apoio).

A Universidade de Deakin patrocinou 5 pessoas de Fiji e Samoa, para que pudessem participar da conferência Haking a Say pela primeira vez.

Foi muito bom ver Robert Martin e Penelope Banfield, Presidente Nacional da People First Nova Zelândia, com Janet Doughty, que estava lhes prestando apoio.

 

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